🇮🇹 DOCG, DOC, IGT, DOP E IGP? Conheça as classificações de vinhos e alimentos italianos 🇮🇹

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In vino veritas: as denominações de origem mostram toda não apenas a qualidade mas também a identidade de cada tipo de vinho.

Muito mais que um simples selo de qualidade, a classificação italiana para alimentos e bebidas representada pelas siglas – DOCG, DOC, IGT, DOP e IGP – trazem informações muito importantes sobre a “identidade cultural” dos diferentes tipos de produtos típicos italianos e, pode acreditar em mim, não é coisa de gente fresca não.

O que está por trás de cada uma destas siglas

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D.O.C.G. (DENOMINAZIONE DI ORIGINE CONTROLLATA E GARANTITA)

Os vinhos que possuem denominação de origem controlada e garantida são regulamentados e identificados a partir de uma zona de origem muito precisa, com características especiais que permitem a produção de um vinho ímpar. Este é o caso do Prosecco que é produzido apenas em Valdobbiadene e Conegliano a partir de uma uva cultivada apenas nesta localidade e um método de produção patenteado.

D.O.C. (DENOMINAZIONE DI ORIGINE CONTROLLATA)

Um vinho de denominação de origem controlada tem sua zona de coleta de uvas delimitada, suas características são relativas ao ambiente e uma técnicaa de produção específica, aprovada pelo ministério.

Os vinhos D.O.C. são regulamentados e identificados a partir de uma zona de origem muito precisa também.

Para receber esse selo, devem apresentar algumas informações, como: a zona de produção, o rendimento máximo das uvas e de vinho por hectare, as características físico-químicas dos vinho, as técnicas da produção, a composição dos vinhedos, entre outros.

Quanto mais se aumentam as indicações, mais se restringe o número de produtores e a qualidade do vinho produzido.

I.G.T. (IDENTIFICAZIONE GEOGRAFICA TIPICA)

A identificação geográfica típica é uma terceira forma de classificação dos vinhos. Esses vinhos são produzidos em áreas normalmente amplas, mas ainda assim seguindo requisitos específicos.

As uvas utilizadas para fazer o vinho devem ser, em pelo menos 85%, proveniente da zona geográfica indicada.

Para receber esse tipo de selo, o vinho deve ter algumas informações, como: a indicação geográfica, a delimitação da zona geográfica, as tipologias enólogas – incluindo as cores, entre outros.

Obrigatoriamente, um vinho com este selo deve apresentar no rótulo a sua zona geográfica, tipologia e ano da colheita.

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D.O.P. (DENOMINAZIONE DI ORIGINE PROTETTA)

O selo de denominação de origem protegida vem atribuído somente por lei aos alimentos de características peculiares que dependem essencial ou exclusivamente do território onde são produzidos.

O ambiente geográfica compreende tanto os fatores naturais, como o clima e as características ambientais, como também a técnica que, ao serem combinados, permitem a geração de um produto único, impossível de ser produzido em outro local.

O seguimento das normas que garantem a produção de um alimento D.O.P é feito por um organismo de controle específico.

I.G.P. (INDICAZIONE GEOGRAFICA PROTTETA)

O selo de indicação geográfica protegida é garantido para produtos agrícolas e alimentares de uma determinada qualidade, reputação ou outra característica que dependem da origem geográfica e cuja produção, transformação ou elaboração acontece em uma área específica.

Para obter esse selo, pelo menos, uma das fases do processo produtivo deve acontecer em uma área específica. Além disso, deve-se atender a regras rígidas na disciplina de produção e tudo isso é garantido por um órgão de controle específico.

Visivelmente, a diferença entre um produto D.O.P e um I.G.P. é feita pelas cores do selo que são amarelo e vermelho, e amarelo e azul, respectivamente, para que as pessoas não se confundissem.

Na lista de ambos, D.O.P e I.G.P., entram vinhos, vinagres, carnes, queijos, azeite de oliva, peixes, verduras, pães, entre outros.

S.T.G. (SPECIALITÀ TRADIZIONALE GARANTITA)

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Esse selo de especialidade tradicional garantida foi inserido pela União Europeia com o objetivo de certificar produtos ou comidas típicas que são obtidos por meio de métodos de produção tradicionais.

Ele é voltado para produtos agrícolas e alimentares que tenham uma “especificidade” ligada ao método de produção ou à composição ligada à tradição de uma zona, mas os produtos não necessariamente são produzidos somente em tal zona. Ex.: a pizza Napoletana. Embora ela possa ser feita em praticamente toda a Italia, a verdadeira pizza Napoletana possui características específicas e é feita por meio de uma técnica particular que a difere da pizza Romana, por exemplo.

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Para ver uma lista de todos os produtos que carregam esses selos de qualidade italianos, clique aqui. 🇮🇹

Fonte: Istituto Marchigiano
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