A vida de todos nós em cinco atos

buraco

1. Ando pela rua.
Há um buraco fundo na calçada.
Eu caio…
Estou perdido… sem esperança.
Não é culpa minha.
Leva uma eternidade para encontrar a saída.

2. Ando pela mesma rua.
Há um buraco fundo na calçada.
Mas finjo não vê-lo.
Caio nele de novo.
Não posso acreditar que estou no mesmo lugar.
Mas não é culpa minha.
Ainda assim leva um tempão para sair.

3. Ando pela mesma rua.
Há um buraco fundo na calçada.
Vejo que ele ali está Ainda assim caio… é um hábito.
Meus olhos se abrem.
Sei onde estou.
É minha culpa.
Saio imediatamente.

4. Ando pela mesma rua.
Há um buraco fundo na calçada.
Dou a volta.

5. Ando por outra rua.

(Texto extraído do livro “O Livro Tibetano do Viver e do Morrer” – Sogyal Rinpoche – Editora Talento / Palas Athena)

Hoje é um dia maravilhoso para tentar caminhar por outras ruas, ver outras cores, encontrar outras pessoas, enfim, dar uma chance para o novo. Você está pronto para sair da “Matrix”?
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